Mário Henrique Leiria
29 Maio, 2020
José Lourenço
29 Maio, 2020
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Pedro Calapez

26 Junho, 2020
Pedro Calapez, Derrube 09, 2011, acrilico s tela, 115x85cm, vert BD

Pedro Calapez – Derrube #09

Artista: Pedro Calapez Título: Derrube #09 Dimensões: 115x85cm Data: 2011 Técnica: acrílico sobre tela
26 Junho, 2020
Pedro Calapez, Derrube 05, 2011, acrilico s tela, 115x85cm alto BD

Pedro Calapez – Derrube #05

Artista: Pedro Calapez Título: Derrube #05 Dimensões: 115x85cm Data: 2011 Técnica: acrílico sobre tela
29 Maio, 2020
Pedro Calapez_derrube _04-2011,116x86, acrilico s tela

Pedro Calapez – Derrube #4

Artista: Pedro Calapez Título: Derrube #4 Dimensões: 116x86cm Data: 2011 Técnica: acrílico sobre tela
29 Maio, 2020
Pedro Calapez_derrube _02-2011, 116x86cm acrilico s tela

Pedro Calapez – Derrube #2

Artista: Pedro Calapez Título: Derrube #2 Dimensões: 116x86cm Data: 2011 Técnica: acrílico sobre tela

SOBRE:

Pedro Calapez  (Lisboa, 1953) é um artista plástico português, vive e trabalha em Lisboa. Começou a participar em exposições nos anos 1970, tendo realizado a sua primeira individual em 1982. O seu trabalho tem sido mostrado em diversas galerias e museus tanto em Portugal como no estrangeiro.

A 8 de Junho de 2012, foi agraciado com o grau de Comendador da Ordem do Infante D. Henrique.

Exposições individuais (seleção)

Histórias de objectos, Casa de la Cittá, Roma, Carré des Arts, Paris e Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa (1991); Petit jardin et paysage, Capela Salpêtriére, Paris (1993); Memória involuntária, Museu do Chiado, Lisboa (1996); Campo de Sombras, Fundació Pilar i Joan Miró, Mallorca (1997); Studiolo, INTERVAL-Raum für Kunst & Kultur, Witten (1998), Madre Agua, Museu Estremenho e Ibero-americano de Arte Contemporânea (MEIAC), Badajoz e Centro Andaluz de Arte Contemporáneo, Sevilha (2002); Obras escolhidas, CAM- Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa (2004); piso zero, CGAC-Centro Galego de Arte Contemporáneo, Santiago de Compostela, Lugares de pintura, CAB-Centro de Arte Caja Burgos (2005).

Exposições coletivas (seleção)

Bienal de Veneza (1986) e Bienal de São Paulo (1987 e 1991) bem como nas exposições 10 Contemporâneos, Museu de Serralves, Porto (1992); Perspectives, Centre d'art contemporain, Marne-La-Vallée (1994); Depois de Amanhã, Centro Cultural de Belém, Lisboa (1994); Ecos de la materia, MEIAC, Badajoz (1996); Tage Der Dunkelheit Und Des Lichts, Kunstmuseum Bonn (1999); “Argumentos de futuro”, Caja San Fernando, Sevilha, Fundación ICO, Madrid; EDP.ARTE, Museu de Serralves, Porto (2001); “Del Zero al 2005. Perspectivas del arte en Portugal”, Fundación Marcelino Botín, Santander (2005); Beaufort Inside-Outside, Trienal de Arte Contemporânea, PMMK Museum, Ostende (2006).