Luís Silveirinha
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Rico Sequeira
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Manuel Caeiro

11 Julho, 2019
Manuel Caeiro - PB 2, 2017, acrilico s tela, 140x110cm BD

Manuel Caeiro – P/B #2

Artista: Manuel Caeiro Título: P/B #2 Dimensões: 140x110cm Data: 2017 Técnica: acrílico sobre tela
11 Julho, 2019
Manuel Caeiro - Frozen objects 6, 2014, acrilico s tela120x80cm H1 BD

Manuel Caeiro – Frozen Objects #6

Artista: Manuel Caeiro Título: Frozen Objects #6 Dimensões: 120x80cm Data: 2014 Técnica: acrílico sobre tela
11 Julho, 2019
Manuel Caeiro - The monument 1F, 2013, acrilico s tela, 165x120cm BD

Manuel Caeiro – The Monument #1

Artista: Manuel Caeiro Título: The Monument #1 Dimensões: 165x120cm Data: 2013 Técnica: acrílico sobre tela

SOBRE:

(Évora, 1975)

O trabalho de Manuel Caeiro tem como base o construtivismo e relaciona desenho, arquitectura e pintura. Perspectiva e tridimensionalidade são questões caras ao artista português, formado na Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa.

Caeiro começa a expor individualmente em 1999, e desde 2001, tem exposto anualmente em países como Portugal, Espanha, Alemanha, Bélgica, Brasil, Holanda, Suíça e Estados Unidos. Valendo-se da repetição de formas e de contornos geométricos sobrepostos, cria um espaço tridimensional, explorando a fronteira entre figurativo e abstracto e jogando com a ideia de “trompe l’oeil”. Assim, sua obra acaba por dialogar com a arquitectura e a escultura. O prazer da pintura é natural, o espaço não é um dado obtido, mas um desenvolvimento permanente que o fazer da pintura revela.

Em 2010, Caeiro apresenta a individual “Upside Down”, na Lurixs, com telas que, mais uma vez, exploram os limites entre figurativo e abstracto, a partir de elementos da sinalização urbana. “Pego elementos do dia a dia e trago para a tela. Transformo algo que aparentemente não tem valor em uma realidade plástica nobre”, afirmou na ocasião da mostra.

Em 2013, o artista volta à Lurixs com a mostra individual “Totem”. Dessa vez, as obras não remetem a elementos da realidade, mas ao pensamento: memórias, visões e sensações ganham corpo através da pintura. Depois de aplicar grossas camadas de tinta, Caeiro submete a tela a uma fricção intensa, bem como a calor extremo e água. O processo acaba por dar textura à pintura e acrescentar à ideia de tridimensionalidade. Os espectadores são convidados a especular e a usar da imaginação para integrar a viagem (entre ficção e realidade) proposta pelo artista.

Entre suas mais importantes exposições, estão as individuais Achieving Shadows (2014), na Hunchentoot Galerie, na Alemanha, e no Palácio Vila Flor, em 2010, em Portugal. Entre as colectivas, estão Terceira Metade (2011), no Museu de Arte Moderna (MAM) do Rio, e La Colección (2011), na Fundación Barrié, na Espanha.

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